Compositor: Ysy A / Lia Kali
Tantas fotos das lembranças, tantos nãos de que nem lembro
Dois loucos no meio dos equilibrados, noites entre o acaso e os acertos
Tantos números incertos, tanta ciência e falso especialista
E o seu sabor ficou ardendo, ah, queimando em fogo baixo
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro da gente estão despertando
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos
Tantas fotos das lembranças, tantos nãos de que nem lembro
Dois loucos no meio dos equilibrados, noites entre o acaso e os acertos
Tantos números incertos, tanta ciência e falso especialista
E o seu sabor ficou ardendo, queimando em fogo baixo
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro da gente estão despertando
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro estão despertando
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos
A gente pintava as ruas, já nasceu sendo artista
Você nunca entendeu, isso nunca foi uma fase
Agora, ligam como loucos, dizem ser como nós
Não entenderam a mensagem e compartilham como idiotas
Tocávamos por uns trocados, mesmo que ninguém entendesse
Cantava muito mais de coração do que com a carteira cheia
Quis curar esse mundo e fiquei sem o seu carinho
Pra curar minhas cicatrizes, tive que perder o que a gente tinha
Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah
Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah
Dois loucos no meio dos equilibrados, noites entre o acaso e os acertos
Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah
Ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah
Seu sabor ficou ardendo, queimando em fogo baixo
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro da gente estão despertando
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro estão despertando
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos
(Entro, entro)
(Ah-ah-ah-ah-ah)
(Às vezes, não sei como, mas entro)
(Ah-ah-ah-ah-ah)
Às vezes, tão fundo que não consigo mais voltar
Me perco na sua pele, do cabelo até a ponta do pé
Começo de novo, não encontro o porquê
Esvaziando cofres que um dia eu enchi
Nadando no seu fogo
Gotas de dor afogando meu ego
Gols errados colocam o jogo em risco
Um pastor alemão pro meu coração cego
Que, às vezes, já nem sabe ler
E sente que ninguém mais vai entender (não)
Nunca aprendeu e não pode mais depender
Mas isso, eu, como não sei bem o que tenho
Porque nos momentos em que te tenho, não consigo me soltar
Perdendo a razão com tantos prazeres
Mergulhando em seres que não matam a sede
Eu não confiava que ela fosse me esperar
Mas eu sabia que ela iria voltar
Tantas fotos das lembranças, tantos nãos de que nem lembro
Dois loucos no meio dos equilibrados, noites entre o acaso e os acertos
Tantos números incertos, tanta ciência e falso especialista
E o seu sabor ficou ardendo, queimando em fogo baixo (ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro da gente estão despertando (ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos (ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
Devagar, devagar
Que os demônios de dentro estão despertando (ah-ah-ah-ah-ah-ah-ah)
Os flashes chovem, e vão entrando
Às vezes, não sei como, mas entro nos seus sonhos